Pular para o conteúdo principal

Jair Bolsonaro - Por uma mídia menos seletiva

Procure afundo investigar a vida pública de qualquer figura política. É evidente que em algum momento irá encontrar espantosas revelações sobre o investigado.

No tocante a Jair Bolsonaro em suas mais polêmicas declarações, e admito aqui que de forma alguma elas podem favorecer sua integridade, a de ser avaliado um fator eminente.
A esquerda no Brasil é histriônica e jamais entendeu a complexidade que define a pluralidade política como o conceito de oposição por exemplo.
Com isso, não quero defender a honra de Bolsonaro, mas revelar a seletividade para difamar opostos ideológicos que atentam contra a boa vontade moral esquerdista. Levando em consideração que nossa própria mídia é por de verás esquerdista, fica insustentável elaborar a defesa dos incautos aspirantes a oposição.
Bolsonaro sempre foi visto como tipo retrógrado, reacionário, jurássico.
Uns podem concordar com todos os adjetivos acima, outros não. Mas o que quero elucidar não desrespeito há está dualidade entre certo ou errado. 
Você provavelmente vai concordar comigo que prestar homenagem a ditadores ou torturadores não é algo legal a se fazer. Bolsonaro virou alvo de assíduas críticas em diversos setores da sociedade e muito bem repercutidas pela mídia. Eis então o que pode ser constatado por seletividade que vem como objetivo difamar proeminentes opositores ao sistema. Por que? Horas...se a regra é válida ao Bolsonaro, que reverenciou um suposto torturador, por que não seria válida aos defensores da Ditadura Cubana, de Raul Castro, uma das mais sanguinárias e mortíferas ditaduras do mundo? Aos defensores de Carlos Marighella, guerrilheiro e assassino sem escrúpulos, que foi homenageado por Gláuber Braga do PSOL, ou Chico Alencar, também do PSOL, que reverenciou o "Carniceiro de Lã Cabanã", apelido carinhoso atribuído ao "Líder revolucionário"  Che Guevara, por se portar como um sociopata genocida, aniquilando centenas e centenas de pessoas. Com tudo, todos os holofotes estão iluminando Bolsonaro, em função de sua inusitada declaração ao Coronel Ustra.

Quando Orlando Zapata, ativista Cubano morrerá de fome após ser cruelmente  torturado e aprisionado sob o regime Castrista, Dilma, vitima de tortura durante o regime militar, foi indagada sobre o ocorrido, mas negou comentar o caso ou de se pronunciar sobre Direitos Humanos. A mídia se calou. 
Mas quando Dilma diz que foi supostamente torturada durante o regime, todos canais midiáticos saem em conjunto condenado as práticas imperdoáveis dos malvados militares.
Chega ser cômica a sagacidade da esquerda para subverter os papéis se isentando de todas as responsabilidades possíveis.
Mas ok, continuamos a condenar Jair Bolsonaro como exímio malfeitor que é, sem ao menos considerar que existe algo estranho acontecendo nesse país. Afinal de contas uma vez dito pela esquerda que se trata de um homofóbico, nazista, racista, fica difícil aos acéfalos já lobotomizados conjurar certo questionamento.

Comentários